Segundo José Quintino Lima, inspector da Polícia Judiciária, é crime na Guiné a venda de equipamento e bens militares.
“Não se trata de armamento, mas é no mínimo estranha a descoberta”.
A existência dos referidos artigos foi denunciada pelo próprio Estado-Maior General das Forças Armadas, Tagme Na Waie.
Na Waie considerou grave o facto desses artigos com identificação das forças armadas da Guiné-Bissau se encontrarem fora dos quartéis.
Investigações prosseguem
Na Waie prometeu não interferir nas investigações em curso para permitir que a PJ apurasse toda a verdade sobre os referidos artigos.
De acordo com o proprietário da casa foif eita a descoberta, a proveniência e o destino dos mesmos ainda estão por descobrir.
“A Policia Judiciária está a investigar o caso”, referiu.
Os militares disserem que esses bens não lhes pertencem, por isso participaram nas diligências”, disse José Quintino Lima, inspector da Polícia Judiciária.
Especula-se que as referidas mercadorias possam pertencer a uma rede de traficantes de drogas que opera na Guiné-Bissau.
Fonte: BBC
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